Our profile

 

History of Art

 

Integrated Territorial and Urban Conservation

 

Cemetery Art Research

 

Architectural Ceramics

 

Restoration of Architectonic and Industrial Heritage

 

Genealogical Research

 

Handwriting Psychology

 

visite o nosso novo portal www.queirozportela.com | please visit our new updated website: www.queirozportela.com

 

 

quem somos?

Perfis biográficos

Publicações de Ana Margarida Portela

Publicações de Francisco Queiroz

Conferências e Comunicações

Reabilitação Urbana

Estudos sobre Centros Históricos

Análise ao Centro Histórico do Porto

Conservação Urbana e Territorial Integrada

Curso de Restauro Urbano Integrado

Materiais e Critérios de Intervenção

Núcleos Rurais em Áreas Suburbanas

História do Urbanismo

Estudos sobre Evolução Urbana

Leiria no Século XIX

História da Cidade e do Urbanismo em Portugal

História da Arquitectura e Urbanismo (ESAP)

História da Arte

Elaboração de Estudos e Consultoria

Estudos de Genealogia e de História da Família

Base de dados de Personalidades

Projectos mais recentes ou em curso

A Ornamentação Cerâmica na Arquitectura do Romantismo em Portugal

A Fábrica de Cerâmica das Devesas

A Arte do Ferro Fundido e as Fábricas de Fundição no Século XIX

Património Arquitectónico Rural

A Casa do Terreiro, em Leiria

A "Villa Portela", em Leiria

A Casa de Tralhariz

A Casa do Campo Pequeno, no Porto

Princesa Augusta de Montléart

Arte Tumular do Romantismo em Portugal

Cemeteries in Portugal

Os Cemitérios do Porto no Século XIX

Guide to Oporto Cemeteries

Personalidades no Cemitério da Lapa

Personalidades no Cemitério da Conchada

Artistas e Artífices do Século XIX

Base de Dados de Artistas do Século XIX

Conservação e Restauro

Consultoria e Investigação

Formação avançada em Conservação e Restauro

Curso de Restauro Urbano Integrado

Curso de Restauro Arquitectónico

Azulejaria e Ornamentação Cerâmica

Conservação de Materiais Pétreos e Cerâmicos

Psicologia da Escrita e do desenho

Consultoria empresarial e relatórios periciais

Formação em Psicologia da Escrita e do Desenho

O Livro "Introdução à Psicologia da Escrita"

BLOG

Crónica de uma Viagem por Itália

A Formação de Professores

Novidades

 

mostruário de azulejos da Fábrica das Devesas na Pampilhosa

A ornamentação

cerâmica

na arquitectura do Romantismo em Portugal

 

 

 

 Fábrica de Cerâmica das Devesas Vila Nova de Gaia Portugal - fornace - usine ceramique - architectural ceramics factory

  

Tese de Doutoramento em História da Arte

em finalização

por Ana Margarida Portela (Bolseira da FCT)

 

Orientação da tese: Prof. Doutora Lúcia Rosas

Faculdade de Letras da Universidade do Porto

mostruário de azulejos de padrão e cercaduras da Fábrica das Devesas na Pampilhosa

 

 

 

 

 

Justificação da escolha do tema

            Dentro do Património Arquitectónico Nacional, uma das vertentes menos estudada é a da arquitectura oitocentista correspondente ao período do Romantismo (entre cerca de 1834 e 1910). Frequentemente conotada de forma redutora com os ecletismos, esta arquitectura tem sido pouco abordada na produção científica nacional sobretudo devido a um certo preconceito de que a mesma enferma, havendo excessiva tendência a classificá-la como mero revivalismo ou pastiche. Na verdade, só algumas grandes obras e alguns tipos específicos de arquitectura romântica, em locais bem delimitados de Portugal, têm sido objecto de estudo aturado, pelo que estamos ainda longe de um corpus científico suficientemente vasto para se poder determinar facilmente qual o valor arquitectónico de muitos edifícios sobre os quais hoje pende a ameaça da remodelação ou da pura demolição.

            Felizmente, o crescente distanciamento temporal e geracional tem vindo a atenuar a falsa crença de que a arquitectura do Romantismo foi uma fase menos conseguida da nossa arquitectura. Não só essa crença é totalmente incorrecta, como negligenciar o estudo da arquitectura portuguesa do Romantismo constituiria uma omissão em termos da necessidade de compreender melhor a História social portuguesa num período tão rico.

Nos últimos anos, têm surgido alguns trabalhos académicos de relevo sobre a arquitectura do Romantismo em Portugal. Podemos citar os nomes de Regina Anacleto, Raquel Henriques da Silva, Lúcia Rosas, Maria João Baptista Neto, entre outros. Contudo, está ainda muitíssimo por fazer, sobretudo no que diz respeito ao estudo, não das grandes obras de autor, mas sobretudo da arquitectura tal e qual ela se apresenta nas nossas cidades, quer nas suas vertentes mais eruditas, quer nas mais vernaculares.

O nosso programa de trabalhos com vista à elaboração de uma tese de Doutoramento pretende preencher essa lacuna, não de forma completa – o que seria inviável numa só dissertação – mas centrando-se em duas vertentes específicas que se encontram debilmente estudadas em Portugal, embora sejam regularmente afloradas em estudos sobre arquitectura portuguesa do Romantismo: as cantarias de ornato e os artefactos cerâmicos com aplicação à arquitectura.

            Sobre as cantarias de ornato no Romantismo em Portugal, praticamente apenas dois autores publicaram trabalhos de investigação relevantes: Francisco Queiroz e Lucília Verdelho da Costa. Com o trabalho que nos propomos agora desenvolver, pretendemos ampliar o conhecimento que se tem desta área complementar da arquitectura.

Sobre os artefactos cerâmicos com aplicação à arquitectura, praticamente apenas o azulejo de fachada foi já objecto de alguma sistematização, embora em trabalhos muito parcelares e pouco comparativos. A estatuária, as balaustradas e outro tipo de remates, bem como as cantarias fingidas – recurso comum em vários dos principais edifícios do Romantismo em Portugal – encontram-se praticamente por estudar. A nossa dissertação de Mestrado terá sido talvez o primeiro trabalho académico que abordou o assunto com certo realce, pelo que pretendemos agora fazer um aprofundamento.

Quer as cantarias de ornato, quer os artefactos cerâmicos com aplicação à arquitectura, foram fundamentais para fazer a diferença entre a arquitectura do Romantismo e a de épocas anteriores.

Antes do Romantismo, a azulejaria raramente se usava em exteriores e quase nunca se usava em fachadas urbanas, sobretudo como forma total de revestimento. Este gosto pelo azulejo de fachada – de tal modo tipicamente português e marcante que veio até aos nossos dias, necessita de explicações mais convincentes do que a mera influência brasileira, apontada de forma ligeira na bibliografia existente.

Antes do Romantismo, a estatuária de remate para edifícios era rara e praticamente ausente da arquitectura vernacular. Outro tipo de remates, como arabescos e platibandas ou balaustradas, não eram muito usados e quando o eram, não se produziam em cerâmica, mas em pedra.

Antes do Romantismo, as cantarias de ornato já existiam, mas as estéticas eram diferentes e a forma de produzir também o era. No Romantismo, a progressiva mecanização e a utilização crescente de pedras mais nobres, como o mármore, acabaria por conferir aos edifícios um carácter singular. O novo fenómeno dos cemitérios públicos veio mesmo permitir um amplo mercado de cantarias de ornato, onde os mestres de obras e pedreiros quase não intervinham. Nunca como no século XIX se produziram em Portugal obras tão virtuosas em termos de ornato arquitectónico, estando alguns dos melhores exemplos localizados em cemitérios portugueses, aguardando o estudo devido enquanto não sucumbirem à voracidade do tempo.

Em síntese, a grande mudança de gosto que se deu no Romantismo esteve claramente relacionada com as próprias possibilidades oferecidas pelo desenvolvimento industrial e pelo fenómeno de produção em larga escala com base em moldes. A arte passou a andar lado a lado com a indústria. Foi talvez o período histórico em que mais se aproximaram as duas vertentes, que hoje se vêem geralmente como antagónicas, ao ponto de se poder falar em artes industriais no Romantismo. O nosso estudo é precisamente sobre as artes industriais nessa época e, mais em concreto, sobre as cantarias de ornato e os artefactos de cerâmica aplicados à arquitectura.

O maior e melhor produtor português desta gama de componentes arquitectónicos foi António Almeida da Costa, mentor da Fábrica de Cerâmica das Devesas, a qual viria a transformar-se num complexo fabril de grande dimensão dedicado a praticamente todas as artes industriais, sobretudo as directamente ligadas à arquitectura. Para além das cantarias de ornato e dos artefactos de cerâmica, este complexo fabril das Devesas (Gaia) produziu também artefactos de ferro fundido e esteve ligado à produção de estuques.

Todos estes materiais e os ornatos que deles se serviram são uma matriz e uma marca indelével da arquitectura portuguesa do Romantismo, pelo que urge fazer o seu estudo. Contudo, não nos cingiremos ao estudo de um só centro produtor: pretendemos também abordar os restantes produtores portugueses de cantarias de ornato e de artefactos de cerâmica aplicados à arquitectura, tais como as grandes oficinas de António Moreira Rato & Filhos e Germano José de Sales ou a Fábrica Viúva Lamego, todas em Lisboa. No Porto, pretendemos dar especial realce à Fábrica de Santo António do Vale da Piedade e às oficinas de cantarias com origem remota na de Emídio Amatucci.

 

estátuas para decoração de jardins, fachadas e platibandas - figuras alegóricas de produção da Fábrica das Devesas

 

Objectivos

Inicialmente, o projecto de investigação intitulava-se "As artes industriais na arquitectura portuguesa da época do Romantismo – a produção de cantarias de ornato e de artefactos cerâmicos pelo complexo fabril das Devesas". Contudo, em 2007, atendendo ao grande volume de informação em tratamento, foi aprovada pela FCT a alteração do tema para "A ornamentação cerâmica na arquitectura do Romantismo em Portugal".

Este pretende ser um trabalho de História da Arte em Portugal, mas também com forte componente de História da Indústria e de Arqueologia Industrial, já que se projecta o estudo dos artefactos, dos edifícios onde foram aplicados, das oficinas que os produziram, dos artistas que os conceberam, das condições de produção e dos vestígios materiais das mesmas. Trata-se, afinal, de um estudo sobre as origens do design em Portugal, com aplicação à decoração de fachadas e a outros espaços de valência pública.

Como corolário da investigação que temos vindo a fazer desde há alguns anos, os objectivos do nosso programa de Doutoramento são claros:

Demonstrar que arte e indústria não só não são incompatíveis, como se fundiram de forma perfeita no século XIX, dando origem a peças interessantíssimas;
Demonstrar como estas peças, mesmo tendo em conta várias influências, são tipicamente portuguesas e constituem uma mais valia no âmbito do Património Arquitectónico português;
Contribuir para um melhor conhecimento dos espaços de produção destes artefactos, de modo a que seja possível salvaguardar e valorizar o que deles resta, nomeadamente o complexo fabril das Devesas, que não só foi o melhor e maior do seu tempo, como é ainda o exemplo mais flagrante da própria utilização destes artefactos (sobretudo cerâmicos) na arquitectura;

 

Programa a desenvolver e sua Metodologia

O programa versará o estudo das cantarias de ornato e, sobretudo, dos artefactos de cerâmica aplicados à arquitectura portuguesa, durante o Romantismo (cerca de 1834-1910).

 

Dentro das cantarias de ornato, o estudo será dirigido seobretudo:

À produção para monumentos públicos, para monumentos sepulcrais e para outros espaços públicos (como fontes e jardins), bem como à produção para fachadas de edifícios. Este estudo terá como base um levantamento em todo o país, registo visual, atribuição de autoria, análise temática, iconográfica e iconológica, comparação e contextualização com exemplos internacionais.
Aos produtores, nomeadamente às maiores e melhores oficinas de cantarias de ornato portuguesas do período romântico, como por exemplo as de: Fidele Baldi, Augusto Alves Loureiro, João Anastácio da Gama, Joaquim Antunes dos Santos, Severiano João de Abreu, António Moreira Rato & Filhos, Germano José de Sales (em Lisboa); Emídio Amatucci, António Almeida da Costa, Joaquim Almeida da Costa, Bernardo Marques da Silva (no Porto); João Machado (em Coimbra). Este estudo terá como base um levantamento de obras assinadas em todo o país e seu registo visual, atribuição de autoria em obras não assinadas, elaboração de percursos biográficos e artísticos, descrição e análise das condições de produção e vestígios ainda existentes das mesmas (quando possível).

Dentro das cantarias de ornato, a abordagem será menos aprofundada do que inicialmente previsto, atendendo à mudança do título da tese, aprovada em 2007.  

Dentro dos artefactos de cerâmica, o estudo será dirigido sobretudo:

À produção de estátuas alegóricas e outros remates para fachadas e jardins (vasos, pinhas, urnas, arabescos, platibandas, balaustradas, etc.); à produção de revestimentos para fachada – azulejos e cantarias fingidas. Este estudo incluirá levantamento em todo o país, registo visual, atribuição de autoria, análise temática, iconográfica e iconológica, comparação e contextualização com exemplos internacionais.
Aos produtores, nomeadamente às maiores e melhores fábricas de cerâmica portuguesas do período romântico com produção vocacionada para complementar a arquitectura, como por exemplo:

Fábrica de Cerâmica das Devesas, Gaia (Porto)

Fábrica Viúva Lamego, Lisboa

Fábrica Roseira, Lisboa

Fábrica da Calçada do Monte, Lisboa

Fábrica Progresso Artístico (J. J. Almeida Junça), Lisboa

Fábrica de Sacavém, Lisboa

Companhia Cerâmica de Telheiras (J. Lino), Lisboa

Fábrica de José Gregório Baudoin, Lisboa

Fábrica de Santo António do Vale da Piedade, Gaia (Porto)

Fábrica do Monte Cavaco, Gaia (Porto)

Fábrica do Carvalhinho, Porto

Fábrica de Massarelos, Porto

Fábrica de Miragaia, Porto

Fábrica de José Pereira Valente, Devesas, Gaia (Porto)

Empresa Industrial de Ermesinde (Porto)

Fábrica de Jerónimo Pereira Campos (Aveiro)

 

Pampilhosa - sucursal da Fábrica de Cerâmica das Devezas 

 

De modo a podermos aprofundar a nossa investigação, gostaríamos de ser contactados por quem possa dar informações sobre peças destas antigas fábricas, colocando-nos ao dispor para, em troca, fornecer as informações que formos recolhendo.

Também solicitamos intercâmbio de informações sobre os seguintes nomes do século XIX (e início do século XX), todos referentes a fábricas de cerâmica:

- Nomes referentes à Fábrica das Devesas:

Albino Rodrigues Pinto Barbosa (pintor e fotógrafo)

Adelaide Teixeira Lopes Barbosa

Bernardo José Soares Breda e Francisco Correia Breda

Emília de Jesus Costa (sobrinhos)

José Joaquim Teixeira Lopes

Feliciano Rodrigues da Rocha (industrial falecido em 1930, cujos filhos tiveram uma fábrica de cerâmica)

Eduardo Rodrigues Nunes

Aníbal Mariani Pinto

João Quito (ainda vivo em 1914))

Joaquim Gonçalves da Silva (escultor)

 

- Outros nomes:

Ângelo da Silva Macedo (Fábrica do Cavaco)

António Alves Lourenço (depósito de cal e gesso)

António Filipe dos Santos & C.ª (Vilar do Paraíso)

António Macedo & C.ª (Monte do Cavaco)

António Moreira do Vale

António Nunes Dias de Freitas & Filho (Fábrica do Carvalhinho)

António Nunes Dias de Freitas (Fábrica do Carvalhinho)

António Pereira Campos Júnior (estabelecimento de lousa)

António Pereira Cantarino (Fábrica do Carvalhinho)

Barbosa, Branco & C.a (Fábrica do Senhor de Além)

Braga & Irmão (Fábrica do Senhor de Além)

João António Vieira Braga (Fábrica do Senhor de Além)

Cândido Augusto de Castro (Largo da Bandeira, Gaia) ou Augusto Sá Castro ou Cândido Augusto de Sá Castro

Chambers & Wall (Fábrica de Massarelos)

Clementina Vieira da Costa Lima Arnaud, Sucessora (Fábrica de Massarelos), viúva de João da Rocha e Sousa Lima

Companhia das Fábricas Cerâmica Lusitânia

Empresa da "A Constructora" ou Fábrica Progresso

Félix de Araújo (Candal)

Francisco da Rocha Soares (Fábrica de Santo António do Vale da Piedade, Massarelos e Miragaia)

Gaspar Gonçalves de Castro (Bandeira)

Padre Gualter da Piedade Queiroz (Monte da Afurada, Monte Cavaco)

João da Rocha e Lima ou João da Rocha e Sousa Lima (Restauração e Massarelos)

João de Araújo Lima (Fábrica de Santo António do Vale da Piedade)

João do Rio Júnior (Fábrica de louças em Santo António do Vale da Piedade)

João José da Fonseca

João Nogueira (Cavaco)

João Nunes da Cunha (Monte da Afurada)

Joaquim Alves dos Santos (ou Joaquim Ventura)

Joaquim José Pereira (olaria e fábrica de asfalto)

Joaquim Nunes da Cunha (Cavaco)

Joaquim Vitorino Domingues Ventura (fábrica de telha e tijolo, Vilar do Paraíso)

José Fernandes Dias & C.ª (Rua do Príncipe, Porto)

José Joaquim Alves (depósito de cal, gesso e louça)

José Lopes Rios & Irmão (Fábrica de Santo António do Vale da Piedade)

José Luís Alves Viana (deposito de cal, gesso, tubos de grés, tijolos, azulejos, vasos, pinhas e mais pertences a este género)

José Maria Rodrigues de Ascensão (Fábrica do Fojo)

José Monteiro de Lima (Devesas)

Júlio Camilo de Castro Júnior (Fábrica do Carvalhinho)

Luís Nunes da Cunha (Fábrica do Cavaco)

Manuel Alves Ferreira Pinto (Fábrica de Santo António de Vale da Piedade)

Fábrica de Santo António do Vale da Piedade em Gaia - marca Santo António, Porto

Manuel de Oliveira & C.a (agente da Fábrica das Devesas e Pampilhosa, Armazém de materiais para construções)

Manuel José Dias (olaria e fábrica de asfalto)

Manuel José Soares (Torrinha)

Manuel Nunes da Cunha (Mesquita)

Margarida Emília Soares Rego (Fábrica da Torrinha) ou viúva Soares Rego ou Viúva Soares Rego & Sucessores

Pinto de Magalhães (Fábrica de Monchique)

Quaresma, sobrinhos & C.a (fábrica de asfalto, gesso, cal, cimento, louça grossa e diversos encanamentos)

Rodrigues dos Santos (Fábrica do Senhor de Além)

Silva Moreira (fábrica de mosaico)

Soares Guedes & C.a (deposito de cal, gesso, tubos de grés, tijolos, azulejos, vasos, pinhas e mais pertences a este género)

Tomás Nunes da Cunha & Silva (Fábrica do Carvalhinho)

Tomás Nunes da Cunha ou Tomás Nunes da Cunha & C.a (Fábrica de louça e azulejo, no Carvalhinho)

Viúva Gaspar (Fábrica da Bandeira)
 

 

Apresentam-se aqui alguns exemplos de peças que estão a ser estudadas. Se possuir alguma semelhante envie-nos uma foto e daremos as informações que sabemos sobre a sua eventual autoria, datação, raridade, etc. Solicitamos também a colaboração e o intercâmbio com outros investigadores, arquitectos, restauradores, antiquários, historiadores, etc. (em Portugal e noutros países), dentro desta área da cerâmica aplicada a edifícios e a jardins no século XIX. Aproveitamos para agradecer a todos os que nos têm enviado imagens e dados, em especial aos pesquisadores brasileiros.

Platibandas balaustres arabescos estátuas alegóricas pinhas globos azulejos vasos - Portuguese and Brazilian architectural ceramics

 

 Veja-se também Fábrica de Cerâmica das Devesas – Património em risco

 

Ana Margarida Portela e Francisco Queiroz, 2004-2008

Esta página deixou de sofrer modificações desde a data abaixo indicada | Uma versão actualizada pode ser encontrada no nosso novo portal www.queirozportela.com

Last modified: 22-08-2008 | Please visit our new updated website: www.queirozportela.com